cada palavra nova
cada pensamento esconde
outro que o completa
e o desmente e mente
em cada palavra nova,
cada amor incidente,
poente na alma.
cria do chão, a estrada
do não é o caminho
ambiguo para o nada
e cada palavra nova,
cada amor incidente
e poente na alma.
a verdade, esta
plantanda na negação,
inventa um não-demente
a cada palavra nova
e cada amor incidente
no poente, na alma.
sábado, 26 de julho de 2014
quarta-feira, 9 de julho de 2014
Acaso
Eu em minha nova historia busco
encontrar risonhas e lampejantes prosas
e prazeres que falem aos olhares de lua,
na vermelhidão da rua onde se veja
ao acaso, um amanhecer.
Antes ouvirei de longe
trombetas e serenatas ruins,
julgamentos e dores puras,
recomeços e perseverações
nascidas no submundo.
Não me exaltarei à verdade,
é querer meu estar aqui
parado, observando o céu
da noite sem estrelas, que parte
sem sombras e sem despedida.
Percebo uma luz vindoura, nem sei
se é a minha dormida esperança,
que acorda para alguma lucidez
e brinca com o véu ruivo
e sorri sem acaso para aurora.
Eu em minha nova historia busco
encontrar risonhas e lampejantes prosas
e prazeres que falem aos olhares de lua,
na vermelhidão da rua onde se veja
ao acaso, um amanhecer.
Antes ouvirei de longe
trombetas e serenatas ruins,
julgamentos e dores puras,
recomeços e perseverações
nascidas no submundo.
Não me exaltarei à verdade,
é querer meu estar aqui
parado, observando o céu
da noite sem estrelas, que parte
sem sombras e sem despedida.
Percebo uma luz vindoura, nem sei
se é a minha dormida esperança,
que acorda para alguma lucidez
e brinca com o véu ruivo
e sorri sem acaso para aurora.