Novas Palavras, sem finitudes
Queria que as palavras
Entendessem com suas curvas e retas
Cheias de sinuosas estradas incertas
O quanto elas eu amava.
Entendessem com suas curvas e retas
Cheias de sinuosas estradas incertas
O quanto elas eu amava.
Deixaram-me essas palavras
Divagar nas águas caladas
Onde a luz para as ler divagadas
Afogava-se sem interpretar nada.
Divagar nas águas caladas
Onde a luz para as ler divagadas
Afogava-se sem interpretar nada.
Remando o meu barco dos instantes
Navegando sob céu de certezas poentes
Ouvi dos ventos histórias cintilantes
Com palavras de um mundo nascente
Navegando sob céu de certezas poentes
Ouvi dos ventos histórias cintilantes
Com palavras de um mundo nascente
Eram novas palavras, sem finitudes
Que juntavam letras em frases gigantes
Tomadas de sons e de vontades
De sussurrar a um coração errante.
Que juntavam letras em frases gigantes
Tomadas de sons e de vontades
De sussurrar a um coração errante.