A perda,
se sabe, faz o que quer
fazendo sempre talentosamente
sem olhos.
tateia as incertezas de quem vier.
espreita ruidos próprios e outros,
os fingires e as mentiras
que sempre virão e se desfarão
nos risos,
ou nas passagens importantes
encontradas na belíssima melodia
cantada à velha vida-boemia
de dia.
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